domingo, 24 de fevereiro de 2008

PEQUENA LISTA DE CRIMES DO IMPÉRIO USA..

Carnificinas dantescas, operações de limpeza étnica,
intervenções e invasões; bombardeio de escolas, hospitais,
creches, asilos e maternidades; atentados e assassinatos

PEQUENA LISTA DE CRIMES DO IMPÉRIO USA..

Carnificinas dantescas, operações de limpeza étnica,
intervenções e invasões; bombardeio de escolas, hospitais,
creches, asilos e maternidades; atentados e assassinatos
de líderes que se recusaram ao capachismo, invasões,
golpes de Estado, bloqueios e sabotagem; racismo e xenofobia;
tortura, corrupção e narcotráfico: ao longo de meio
século,
a minúscula e putrefata casta que domina os EUA patrocinou,
fomentou e empreendeu todo tipo de crime contra a Humanidade,
contra a soberania dos povos e contra os próprios norte-americanos.

Não há, praticamente, canto no mundo onde a plutocracia
ianque não tenha sujado as mãos de sangue, muito sangue,
para tentar impor seus abjetos interesses ou protelar
a derrota. Ë o centro mundial do terrorismo, com a Casa
Branca, o Pentágono, a CIA e os outros 39 serviços secretos
ianques, o Departamento de Estado, Wall Street e a mídia
imperial atuando para saquear o planeta e os demais
povos.
Sobre sua natureza - ou melhor, sua degeneração -, nada
melhor do que a confissão da então secretária de Estado,
Madaleine Albright: perguntada em entrevista a uma rede
de TV norte-americana sobre o meio milhão de crianças
iraquianas mortas por causa do bloqueio dos EUA, respondeu
que "valia a pena".

São genocidas e terroristas com larga e conhecida folha
corrida, verdadeiramente inigualáveis. Em Hiro-shima
e Nagazaki assassinaram 200 mil pessoas detonando duas
bombas atômicas. Em 1945. Na Coréia, foram 3 milhões
de civis mortos, com Pyongyang completamente devastada
pelos bombardeios e mais as operações ianques de guerra
química e bacteriológica (1950-53). No Vietnam (1964-1972),
tentaram varrer Hanoi do mapa com os B-52 e aplastar
com napalm e agente laranja a revolução avassaladora,
causando 1 milhão de civis mortos. Mais recentemente,
gabaram-se da sua "guerra cirúrgica" contra a Iugoslávia,
em 1999: bombardearam escolas, hospitais, asilos, fábricas,
usinas elétricas, estações de tratamento de água, trens
de passageiros, comboios de refugiados, estações de
TV
e até a embaixada da China. Ao todo, 10 mil civis assassinados.

Também foram os terroristas ianques que cunharam o termo
"guerra suja": contra os nacionalistas, comunistas e
qualquer progressista valia tudo, pregaram e praticaram.
Chacinaram o líder da independência do Congo, Patrice
Lumumba, e de quebra, mataram em atentado o secretário-geral
da ONU, o sueco Dag Ha-mmarskjöld. A propósito, a plutocracia
ianque tem verdadeiro frenesi por organizar atentados.
Assassinaram, assim, Amilcar Cabral, Torrijos e Samora
Machel. Montaram a operação Condor contra líderes latino-americanos
da oposição, matando Letelier e Pratts. Tentaram à exaustão
assassinar o presidente cubano Fidel Castro, o líder
iraquiano Saddam Hussein, o dirigente líbio Muammar
Kadafi,
mas fracassaram rotundamente.

Com sua característica torpeza e covardia, nem o seu
próprio povo os degenerados poupam. O presidente John
Kennedy foi assassinado perante os olhos do mundo inteiro
em 1963; imediatamente a seguir o suposto assassino,
Lee Oswald, foi silenciado em público por um pistoleiro
mafioso. Cinco anos depois, a vitória do irmão Robert
Kennedy nas eleições que iriam ocorrer foi barrada em
atentado que o matou. No mesmo período, os dois principais
líderes da luta dos afro-americanos contra o carcomido
apartheid em vigor no sul dos EUA foram assassinados
em atentados: Malcom X e Martin Luther King.

Os terroristas da Casa Branca agregaram em torno de
si
tudo o que havia de mais podre, no mundo inteiro. Capachos
como Somoza, Suharto, Papa Doc, Pinochet e Mobutu; "combatentes
da liberdade" como o psicopata Savimbi, de Angola, e
os agentes encobertos da "Operação Gládio" da Itália,
fascistas reciclados que fizeram o atentado, nos anos
80, na estação ferroviária de Bolonha. Aprimoraram a
"guerra suja" com a incorporação das quadrilhas de narco-traficantes
latino-americanas à contra-revolução - Irã-Contras e
CIA-Contras -, mesmo que às expensas dos garotos norte-americanos
e da introdução do crack nos bairros negros. A propósito,
as ligações CIA-narcos já vinham desde a Indochina e,
antes disso, na China de antes da revolução; e prossegue,
nos dias de hoje, com o arreglo com os traficantes do
ELK. São responsáveis ainda por lançar pragas e agentes
bacteriológicos nos países visados, como Cuba, Iraque,
Líbia e muitos outros.

Foram os terroristas ianques que organizaram, em 1965,
na Indonésia, a matança no golpe do seu lacaio, Suharto,
contra o herói da independência, Sukarno: 1 milhão assassinados.
No Líbano, foi sob sua cobertura e estímulo que os invasores
israelenses e seus mercenários, chefiados por Sharon,
massacraram 3 mil refugiados, mulheres, crianças e velhos,
em Sabra e Chatila. Contra os líderes palestinos, já
se perdeu a conta dos atentados e assassinatos.

Na Líbia, em 1986, os terroristas ianques bombardearam
Trípoli e Bengazi, matando 100 pessoas, entre elas a
filha bebê do presidente Kadafi, Hanna. Em 1991, o Estado
imperial ianque agrediu o Iraque, matando 150 mil pessoas;
mais 1 milhão perderam a vida por causa do bloqueio.
É que a cúpula de belicistas, barões do petróleo, especuladores
e profissionais da prostituição escrita, falada e televisionada
não engole ter sido apeada do controle do petróleo iraquiano.
E, antes de tudo, não suporta os que não se submetem
- mais ainda quando a derrotam. Isolada internacionalmente,
atingida em cheio pela maior crise desde 1929 e com
um
"presidente" no poder pelo roubo das urnas, ao ser golpeada
em cheio pelo ataque às duas torres do centro financeiro
ianque e ao Pentágono, a escória no poder em Washington,
como o ladrão pego em flagrante, saiu gritando "ou está
comigo ou com os terroristas". Não adianta. A Humanidade
conhece os crimes do Estado ianque e sabe que os terroristas
estão na Casa Branca.